Investir em tecnologia e produção de ponta não é mais suficiente para as empresas de hardware.
O mercado, e principalmente os grandes players, buscam parceiros que se preocupam com o futuro. É aí que entra o ESG, a sigla que representa as práticas Ambientais, Sociais e de Governança.
Para a indústria eletrônica, o ESG não é apenas uma tendência, mas um caminho necessário para garantir a longevidade, reduzir riscos na cadeia de suprimentos e, claro, produzir com propósito.
Se sua empresa deseja alinhar a produção de hardware a esses pilares, veja um guia prático para começar a implementação.
Três pilares do ESG: por onde começar?
Entender o que cada letra significa é o primeiro passo para uma implementação bem-sucedida.
O pilar ambiental (E)
Aqui, o foco é o impacto da sua operação no planeta. Na manufatura de eletrônicos, isso é crucial devido à alta geração de resíduos e ao consumo de energia.
- Uso de energia limpa: adotar fontes de energia renovável na planta fabril reduz a pegada de carbono e demonstra um compromisso claro com a sustentabilidade;
- Gestão de resíduos: ter um sistema de gestão e destinação correta de resíduos industriais, como o lixo eletrônico, é fundamental para o cumprimento de normas ambientais;
- Eficiência energética: planejar a produção com foco na redução de desperdícios e otimização do consumo de recursos ajuda a reduzir custos operacionais e aumenta a responsabilidade.
O pilar social (S)
O foco social trata de como a empresa interage e trata as pessoas, sejam elas colaboradores, fornecedores ou a comunidade local.
- Ambiente de trabalho seguro: garantir um local de trabalho seguro, diverso e inclusivo é a base do pilar social;
- Desenvolvimento de colaboradores: programas de capacitação e desenvolvimento de pessoas, além de valorizar talentos locais, garantem a qualidade e a inovação dos processos;
- Relacionamento ético: estender a política social aos parceiros e fornecedores, assegurando um relacionamento ético e transparente.
O pilar governança (G)
A governança define as regras, a transparência e a estrutura de tomada de decisão da sua empresa. É o que garante que os outros dois pilares sejam seguidos a longo prazo.
- Transparência e compliance: estabelecer transparência nos processos e garantir o compliance técnico e ético;
- Qualidade e certificação: basear a política de qualidade em normas internacionais, como as da série ISO, reforça a credibilidade e o compromisso com o rigor técnico.
ESG na prática: o caso da Briti
A implementação de políticas ESG é mais fácil e eficiente quando você escolhe parceiros que já as vivem no dia a dia.
Na Briti, por exemplo, o conceito de ESG está alinhado à Indústria 4.0. Usamos automação e controle inteligente não só para garantir eficiência e rastreabilidade, mas também para planejar a produção de forma a minimizar o desperdício de energia e recursos.
Além disso, ao escolher um parceiro que utiliza energia limpa na sua operação e que possui uma gestão séria de resíduos industriais, sua marca automaticamente herda esse compromisso.
Isso é para empresas que buscam alta qualidade e escala nacional, mas que não querem abrir mão da responsabilidade.
Com a produção local e a consultoria em processos fabris e incentivos fiscais, é possível unir a vantagem competitiva da produção nacional com a tranquilidade de saber que seu hardware está sendo fabricado com consciência ambiental e social.
Se a sua empresa busca um parceiro que une tecnologia de ponta, flexibilidade e um compromisso real com o desenvolvimento sustentável, a Briti está pronta para viabilizar sua produção.